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Segundo matéria publicada no Estadão de hoje (https://politica.estadao.com.br/noticias/geral,planalto-recorrera-a-italia-para-evitar-ataques-de-bispos,70002715947.amp?utm_source=estadao%3Atwitter&utm_medium=link&__twitter_impression=true&fbclid=IwAR2RNeG2y2kpZDk9QlG7fWXrEC0AAfMGAokkctAyfwPqANk5lOARcn0FYwc) o governo do (Herr) Presidente Jair Bolsonaro irá recorrer ao governo italiano para evitar ataques dos Bispos ao governo durante o Sínodo sobre a Amazônia a ser realizado em Roma no próximo mês de outubro.

Isso só pode ter partido de algum Bolsominion idiota que não faz a mais remota ideia de que o Estado Italiano não vai pressionar a Igreja Católica “nem que a vaca tussa”. Se Mussolini que tinha poder quase absoluto na Itália teve que fazer uma concordata com o Papa, na qual reconheceu a Soberania da Igreja Católica sobre o território que atualmente constitui o Estado do Vaticano (feito esse que levou a abertura da via de la conciliazone em Roma), permitindo assim ao sucessor de São Pedro deixar de ser prisioneiro do Palácio do Vaticano; não vai ser um governinho mequetrefe de direita que vai dobrar a Santa Sé. É bom lembrar também que quando São João Paulo II foi eleito Papa, ao fazer sua primeira visita de Estado a Polônia, foi recebido pelo General-Presidente do País que tremia mais do que vara verde diante do “homem de branco”;  quem, nas palavras do Camarada Stálin, não tinha poder real porque não tinha nenhum exército. A barca de Pedro navega a 2 mil anos, sob constantes ataques das ondas do mar, mas sem afundar por que é conduzida pelo filho do Altíssimo. Foi o próprio Cristo que disse que “as potências do inferno” nunca prevalecerão contra ela. Se o governo Bolsonaro insistir em antagonizar a Igreja poderá ter o mesmo destino que o governo comunista da Polônia; assumindo Francisco o papel para desestabilizar a “nova ordem” no Brasil que foi desempenhado por São João Paulo II para varrer o comunismo da Europa Oriental