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Resumo: O presente artigo tem por objetivo analisar as causas da desaceleração do crescimento da economia brasileira a partir de um referencial teórico Keynesiano-Estruturalista, segundo o qual o crescimento da produtividade do trabalho depende da mudança estrutural e da acumulação de capital. Nesse contexto, iremos mostrar que o ritmo de acumulação de capital na economia brasileira se reduziu de forma expressiva a partir do final dos anos 1980, e que essa redução foi causada basicamente pela redução da taxa de investimento a preços correntes. Iremos mostrar também que a participação da indústria de transformação no PIB apresentou uma nítida tendência de redução a partir de 1980, a qual está associada a instabilidade macroeconômica da segunda metade dessa década e a tendência a apreciação da taxa real de câmbio observada a partir da implantação do Plano Real e da adoção do modelo liberal-dependente de poupança externa a partir de 1994.

 

Palavras-Chave: Mudança estrutural, acumulação de capital, semiestagnação, Brasil.

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